O sangue faz fagulha,
corpo etéreo em copo d'água.
Pincela a chama escarlate,
o líquido hostil.
Neuroestruturalmente conscientiza, faz alarde.
Dá a faca e o queijo
ao mero cidadão vil
É papel branco em oficina do diabo;
é sugestão.
O cálculo perfeito da subtração.
É dor somática, o refúgio;
escaldante, corre por trânsito adrenal
à procura de fundo.
A febre sobe;
o frio se espalha;
o ferro se impõe.
E um aroma pesado parece se descondensar.
De um rangido sorumbático
manifesta-se àquele lar.
Insípido, ferrodoro, rubrocor.